Ao homem mais elegante, rabugento e adoravelmente chato que já conheci. Ao sorriso raro, porém meigo. Ao xingamentos, as piadas, os jogos de baralho e pelo simples fato de ter existido e feito cada um de nós, mais feliz. Ao homem que deixará imensas saudades, e que mesmo distante, sempre será lembrado com o todo o amor que permaneceu em nós.
Ao homem que sempre sincero, deixou em nós uma marca que jamais será esquecida. E mesmo com seus defeitos, alegrava uma família. Ao eterno garçom, campeão de cartas e meu herói. O único que me fez aturar desfiles de carnavais, só para deixá-lo feliz com minha presença. Ao homem que faz parte de mim, mesmo com tantos desencontros entre nós. Ao homem que criou os laços mais sinceros na minha vida: a família.
Dedico esta humilde homenagem a um dos homens mais importantes para mim, e que se foi na tarde desta segunda-feira. A ti, vô, que tanto alegrastes minha vida, arrancaste sorrisos sem nem esforçar-se, onde quer que tu estejas, serás sempre nosso herói.
O paizinho, o vôzinho, o rabugento... descanse em paz. Te amamos, hoje e sempre.


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